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Sou professor ou sou filho de professor

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Flores e perigo!

“Viver é perigoso!”*

O que você tem a dizer sobre esta frase – ela está correta, transmite certeza? Mas como é que podemos fazer para ultrapassar a linha do perigo e viver? Ou, se não houver perigo não é viver?
Voê já viveu grandes perigos este ano? Olha que ainda estamos só no cemecinho do segundo semestre. Pois é, são terremotos e mais terremotos aqui em nosso quintal – porque é fácil dizer “as garotas nigerianas sequestradas pelo Boko Haram”, o Nepal...
Quando olhamos para o outro e suas misérias abandonamos nossa indigência. Agarramo-nos num cipoal de certezas que nos leva a um êxtase inenarrável. Veja você os registros de intolerância, racismo, ódio, exclusão social e desejo de vigança. Não são exclusivos desses dias: exacerbam-se não porque há número maior de veículos e meios de comunicação, mas porque não é possível escondê-los. Nascem, tomam forma e multiplicam-se no seio da sociedade como produto, filho dela mesma. É um parto normal! Sem distinção de cor de pele e ou cl…

Dilma: Governo novo, ideias novas

Meu voto

Existem pessoas que definem sua atual condição econômica e social "graças ao seu esforço, vontade, determinação..." Então, de 1989 até 2003, por exemplo, por que não ficaram ricas - com os juros bancários?


Não fui ao estrangeiro, mas vi muita gente, ao longo dos últimos 10 anos,  que abriu seu próprio negócio e "deu certo"; pessoas que pagam o tratamento dentário de seus filhos adolescentes; convênio médico; praças de alimentação em shoppings lotadas; companhias aéreas com passagens esgotadas; rodovias congestionadas em feriados prolongados... Sem contar aqueles que adquiriram, pela primeira vez, um automóvel 0km - não popular.



Meu voto por tudo que o Brasil é: uma imensa maioria de negros, indígenas - pela primeira vez em séculos -  com acesso a escola, moradia e ensino superior. Voto em Dilma Roussef pelo que o país é hoje e pela implementação das mudanças  que necessita. 13!

Meu nome

Olá! Eu me chamo – quer dizer, não escolhi esse nome, assim como não me recordo de ter me chamado para ver se eu estava presente ou ausente, principalmente na sala de aula onde eu tinha (porque deram-me) um número. Contudo, gosto do nome que tenho.
Tendo desse modo dito quem sou, em outras palavras, porque tenho um sobrenome e um nome a associar-me como membro de um grupo de humanos, às vezes com as mesmas características, outras vezes gostaria que o dna do ISIS apontasse que aqueles caras... deixa pra lá! Pertencem à raça humana?
Já estudei em várias salas de aulas, com várias pessoas – algumas, em verdade bem poucas, morreram. Portanto, não sou tão avançado em idade: sou quase jovem. Não é bom? Vamos lá, seja sincero, afinal quem envelhece – o corpo – não está na moda.
Eu, quando não me chamam, gosto de ler livros, jornais, revistas [de tirinhas a assuntos de economia], gosto de música - erudita, étnica, rural, não objeto de consumo. Gosto do saber, do conhecimento construído. Quando…

Sampa pela Copa

Publicação by São Paulo City.


Isto é quase, bem próximo, do que é a real cidade de São Paulo. Subúrbio é um termo apreciado pelos franceses. Não é exclusivo do idioma, vem do latim,  mas é um vocábulo que identifica o que existe em torno da cidade. Assim, não há, no vídeo, o subúrbio com seus vários sorrisos. Acho que a criatividade cairia muito bem na periferia do poético show de imagens.


São Paulo,
a cidade com suas cidades,
sonoras vaidades,
idade  da modernidade
afinidade com identidade
de todos os cantos.
Quem te vê
não cabe a vida em uma única cidade.

Papel de padaria

Só estão conseguindo fazer esse barulho todo, esse tal de “Não vai ter copa!” porque a obra – as obras todas – é gigantesca tanto em sua execução quanto em seus desdobramentos.
Qual foi a grande obra dos encastelados nos grandes bancos, dos privativistas? Fizeram tudo silenciosamente… só para uns poucos… Isto é, quando fizeram. Pegue um papel de padaria e tente anotar.
Se a abertura da Copa fosse no Morumbi não traria os mesmos benefícios para a cidade de São Paulo, pois  é uma área com sua infraestrutura (cultural, viária e urbanística), ainda que necessite de ajustes, consolidada.
Quando há benefícios para a “ralé” da sociedade fazem barulho, [gritam, esperneiam] surgem defensores da moral e da ordem: “estão gastando o dinheiro dos nossos “himpostos”!
Hipócritas, preferem fazer “doações” e incluir a doméstica e seus filhos como dependentes do IR a vê-la inscrever seu filho/a no ENEM, Prouni ou pagar a prestação do Minha Casa Minha Vida.
Deixar de dizer a verdade ou deixa…