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Mostrando postagens de Julho, 2009

“A antiga e a moderna cruz.”

“A antiga cruz não faz trégua com o mundo . Significa o fim da jornada para o orgulho adâmico. Na prática, ela constituiu a aplicação da sentença prescrita pela lei do Sinai. Já a cruz moderna não faz nenhuma oposição à raça humana; antes é companheira, amiga, e , se encarada corretamente, oferece-lhe divertimento bom e agradável, uma alegria inofensiva. Ela não afronta absolutamente as inclinações de Adão.”
A.W. Tozer. “A antiga e a moderna cruz.”

Hoje

O pai de Michael Jackson morreu?


O segredo do sucesso de muitas famílias está em alimentar, em sua prole - quanto maior melhor -, as melhores possibilidades de obter sucesso.
Eu não vi o "showneral" do astro. Entretanto, alguém comentou que os astros que por lá passaram para o último adeus ao rei, não cumprimentaram o pai do falecido. Por razões óbvias, alegou o público. Chicoteava o pobre menino para que fosse um artista disciplinado, impecável em todos os pontos de vista. E Michael o foi. Você dirá: o que se quer de alguém que cometeu tal brutalidade?
Quantos pais não enfiam seus filhos em academias, cursos de idiomas, escolinhas de futebol, etc. não só para ocuparem seu tempo, mas também para que ele tenha, no futuro, melhores chances. É diferente do pai do rei do pop, você dirá.
Pense na real condição econômica e cultural desse pai e de seus pares (os negros nos EUA) há cinquenta anos: segregação racial, limitações financeiras, incertezas. O único legado que esse pai tem …

'O outro mundo possível'

“[...]
Cuba está longe do que seria 'o outro mundo possível'. Porém, uma coisa é certa: para quem vive como rico no mundo capitalista, ali se situa o inferno; para a classe média, o purgatório; para os pobres, o paraíso – não há analfabetos, famintos ou pessoas impedidas de acesso à saúde e à educação. E se há um povo que pensa com o coração, gosta de religião e adora música, esporte e arte, é o povo cubano.”
In Revista Poder Joyce Pascowitch. São Paulo: Glamurama Editora. Março 2009, nº 13, p.53




O capitalismo não é ruim em si. Como tem sido usado, fragmentado, distorcido nos quatro cantos do planeta, faz com que todos vejam nesse regime econômico uma representação do próprio diabo. Se o poeta Gregório de Matos fosse nosso contemporâneo diria que, sabatinado por representantes de todas as religiões, “o coisa ruim” negou que ele seja o mentor intelectual da quebra dos bancos nos EUA, de seu sistema imobiliário, da especulação financeira e dos paraísos fiscais. Na sabat…