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Mostrando postagens de Abril, 2010

América!

Pensar o Brasil como um dos países mais distantes dentro de seu próprio continente: qual significado queremos que ele tenha ou passe a ter na eleição de um projeto de governo: é importante que o Brasil aproxime-se de seus vizinhos como império ou como igual - respeitador da soberania do outro? O Brasil já pode partilhar suas conquistas emancipatórias desde formas de governos totalitários à condução de sua economia e solidificação de processos nos quais evidencia-se a inclusão dos menos favorecidos - os rumos para redução da miséria, aprofundamento dos meios de inserção social?

Um exercício fundamental neste momento histórico nosso. É importante exercitarmos o olhar não apenas para a Europa ou EUA, mas enxergar, aceitar o outro, o vizinho [argentino, paraguaio...] não como excêntrico, mas como alguém pertencente a uma cultura, língua e civilização muito próxima da nossa. Nesse sentido, também refletir, assim como eles, nós fomos arrancados de nossa pátria (os negros) e expulsamos a…

DE CABRAL (...) A INVASÃO DO BRASIL

DE CABRAL À FOLHA DE SÃO PAULO - VEJA – GLOBO – A INVASÃO DO BRASIL



O almirante português Pedro Álvares Cabral partiu de Lisboa no dia nove março de 1500 com treze embarcações, a maior das armadas portuguesas à época e em tese com destino às Índias. A História, implacável em seu processo, mostra que os portugueses, como de resto os europeus, tinham conhecimento da existência de terras à leste da linha do Tratado de Tordesilhas.
Como no mundo em que vivemos o Tratado de Tordesilhas definia que terra era de quem, mesmo que não fosse conhecida, ou tivesse sido descoberta, ou a ela se tivesse chegado. Hoje, qualquer reserva de petróleo, água, ou minerais estratégicos é da democracia cristã e ocidental dos Estados Unidos em nome da paz.
O conhecimento em si, de terras a leste da linha do Tratado, não significa necessariamente que essas terras pudessem ou não de fato existir, mas apenas reservados os direitos sobre a “sombra” das grandes potências do século XVI.
(...)
Mentira e farsa s…

Não, você não tem convite.

Ao promover uma festa o convidado recebe a seguinte instrução: você deverá usar perfume como única condição de acesso ao recinto. Para aproximar-se do dono da festa deverá distinguir-se pela fragrância comum aos habitués das cortes europeias.
Tenho horror a pobres, gente que não vai à NY comprar perfume, que não tem uma sacola da DutyFree.
Que horror o povo do Jardim Romano! Fedidos, fedidos, fedidos: não entram na minha festa! Uma massa cheirosa também queima. Bolo queimado estraga a festa. O melhor argumento contra uma pessoa, instituição ou agremiação política é o depoimento de seus integrantes: expressão do assessor ou da jornalista o mundo para eles é isto que está posto.



Leia, ouça: http://www.viomundo.com.br/tv/sra-cantanhede-e-a-massa-cheirosa-do-psdb.html