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Mostrando postagens de Novembro, 2010

Dia!

“Tu és meu bem supremo,
meu Rei, Senhor e Pai,
me alegro em tua vida mais e mais
”. Adhemar de Campos


Encontrar o amanhecer é descobrir os segredos do novo que se avizinha. Não é uma certeza, mas não se constroem dúvidas. Há um vigor que se percebe através dos cicios que escapam da folhagem das árvores ou de qualquer outra vegetação.
Logo em seguida o quase sol. O quase dia, vestido em peças longas arrastadas pelas alamedas, telhados e janelas. Mas ainda não é dia. O padeiro já está trabalhando, mas a padaria ainda não está aberta. O agricultor já saiu da cama. O leiteiro já está no curral, mas ainda não pode entregar o leite para preparar a mamadeira do nenê. Um novo e bendito dia.
“Eu amo os que me amam, e os que de madrugada me buscam me acharão.” Provérbios 8: 17.

Minha doce Manhattan!

O Brasil segue um caminho do qual não pode desviar-se: remover a miséria, injustiça e corrupção. A ascensão social é para todos, para sempre. O desafio é concentrar esforços para transformar reação em ação contínua.

Estamos chegando ao final do ano. Festejos, gastos, planos, viagens, emoções de encontro e reencontro são a tônica desse período na vida não só dos brasileiros. Estamos acostumados a passear e gastar um pouco mais do que deveríamos. O receituário é repetido ano após ano: “ninguém é de ferro”, mesmo sabendo que o índices de arrecadações alcançam novos patamares.

E ninguém é de ferro mesmo. Às vezes, o peso é retirado da consciência, atenuado, sublimado, pelos gestos de bondade que fazemos. Ora um panetone para um desconhecido no semáforo, uma cesta básica para alguém reconhecidamente carente ou a doação daquelas roupas ou calçados que... já não servem mais – fora de moda, desbotadas: já compramos outras mesmo!

Bem, comprar ou não comprar não é a questão. Vivemos, inter…

Minha doce Manhatan!

O Brasil segue um caminho do qual não pode desviar-se: remover a miséria, injustiça e corrupção. A ascensão social é para todos, para sempre. O desafio é concentrar esforços para transformar reação em ação contínua.
Estamos chegando ao final do ano. Festejos, gastos, planos, viagens, emoções de encontro e reencontro são a tônica desse período na vida não só dos brasileiros. Estamos acostumados a passear e gastar um pouco mais do que deveríamos, mesmo sabendo que o índices de arrecadações alcançam novos patamares, o receituário é repetido anos após anos: “ninguém é de ferro”.
E ninguém é de ferro, mesmo. Às vezes, o peso é retirado da consciência, atenuado, sublimado, pelos gestos de bondade que fazemos. Ora um panetone para um desconhecido no semáforo, uma cesta básica para alguém reconhecidamente carente ou a doação daquelas roupas ou calçados que... já não servem mais – fora de moda, desbotadas: já compramos outras mesmo!
Bem, comprar ou não comprar não é a questão. Vivemos, …

O que escrevemos, o que somos: nada.

O que escrevemos, o que somos: nada. O que escrevemos ou falamos é resultado das leituras e audições que ouvimos. Augste Comte (1798-1857) conjectura que o homem é produto do meio, portanto está encerrado o equívoco “tive uma ideia!”. Quem canta “Feliz aniversário”, o faz não porque tenha, em dado momento presenciado seu nascimento, mas porque ouviu falar que é aniversariante naquela data.
Notou bem? “ouviu falar” ou leu em algum “testemonial” sobre seu níver. Poucas pessoas presidiram sua data de nascimento. Por circunstâncias inúmeras, estavam presentes, naquele dia, apenas algumas pessoas: como você pode justificar a imensa quantidade de presentes que ganhara no dia de seu casamento? É resultado de escolhas que você fez. Não se esqueça daquela vizinha de tua mãe: - Como cresceu, ainda ontem eu estava com você no colo! E aquela tia: Cuide bem de minha menina, eu dei o primeiro banho!
Pra que lembrar da data de casamento? Pelo andar da carruagem, muita coisa em nossa vida …