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Não lhe reconheço





“As pessoas querem te ver bem, mas nunca melhor do que elas.” 

Não é necessário explicar: eis aí a alma da sociedade brasileira.  


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Meu nome

Olá! Eu me chamo – quer dizer, não escolhi esse nome, assim como não me recordo de ter me chamado para ver se eu estava presente ou ausente, principalmente na sala de aula onde eu tinha (porque deram-me) um número. Contudo, gosto do nome que tenho.
Tendo desse modo dito quem sou, em outras palavras, porque tenho um sobrenome e um nome a associar-me como membro de um grupo de humanos, às vezes com as mesmas características, outras vezes gostaria que o dna do ISIS apontasse que aqueles caras... deixa pra lá! Pertencem à raça humana?
Já estudei em várias salas de aulas, com várias pessoas – algumas, em verdade bem poucas, morreram. Portanto, não sou tão avançado em idade: sou quase jovem. Não é bom? Vamos lá, seja sincero, afinal quem envelhece – o corpo – não está na moda.
Eu, quando não me chamam, gosto de ler livros, jornais, revistas [de tirinhas a assuntos de economia], gosto de música - erudita, étnica, rural, não objeto de consumo. Gosto do saber, do conhecimento construído. Quando…

Papel de padaria

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Se a abertura da Copa fosse no Morumbi não traria os mesmos benefícios para a cidade de São Paulo, pois  é uma área com sua infraestrutura (cultural, viária e urbanística), ainda que necessite de ajustes, consolidada.
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Flores e perigo!

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